O amor ou a loucura

00:56 Filipe de Fiuza 0 Comments


«Uma coisa bela de si para si, a esperança indomável do infinito, brumas brancas, iluminações fatídicas, um sem número de reflexos da coisa bela, bela em si. Amanhece no coração das árvores, a ternura acorda do ventre do Sol, os céus arredondam estrelas que se esvão progressivamente. É assim, a história alegre dos deuses, livres para a descoberta voraz do nada, imenso nada, querido perplexo férvido rio. O amor ou a loucura: o amor porque é em si louco, a loucura porque ama qualquer coisa bela.»

Filipe de Fiúza

14/07/2009